🌟 Do Improvável ao Possível: Um Poema sobre Força, Fé e Transformação
O poema que inspira vidas “Eu nasci De um berço improvável… De um milagre, através de um sopro de vida! No início… tudo era incerto, a não ser a vontade de Deus, que, escreve o certo em linhas tortas! Lutei para viver! Nessa luta da vida venci com a fé de minha mãe Lenise, e de minha vovó Marcelina. O que levo da vida? Tenho força de querer viver e hoje… levo essa força para o universo, para as próximas gerações. Não desista! Assim como eu nasci do improvável. Você também, conseguirá vencer a dor das profundezas de sua alma. Mergulhe! Nomeie cada sombra de sua existência! Viva! Respire! Calma! Coragem para lidar consigo mesmo! A vida te convida para transformar essa dor… em Fortaleza, em Sabedoria e em Paz! Se permita ser feliz, Se permita ser você mesmo Se permita ver a vida com… Leveza!”Autora: Bianca Flávia Sanchez ⚠️ “Este poema é parte da minha história. Mas também é um convite para você que está vivendo adversidades: a dor pode ser transformada em força, em sabedoria, em vida. Você não precisa caminhar sozinho.” Este poema é de minha autoria, Bianca Sanchez, psicóloga familiar sistêmica. Ele nasceu da minha própria história, da minha essência como pessoa sobretudo o que aprendi ao longo de anos de psicoterapia, de anos de vida colecionando histórias de familiares e de pacientes, de estudos para transformar a dor invisível da alma em uma energia vital que transcenda gerações. Hoje esse artigo se torna um convite para que cada pessoa descubra dentro de si a sua fortaleza, luz e fé em meio às adversidades. O nascimento do improvável No poema trago essa ideia de um “berço improvável”, marcado por incertezas e pela luta para viver. Para você entender melhor o início da minha vida foi marcante pelo fato de ter nascido prematura de 06 meses, com apenas 650 gramas, e ter tido a felicidade de ter nascido em uma época que em Goiânia havia sido recém inaugurado o Hospital Materno Infantil. Foram 03 meses de incubadora, enquanto eu lutava para “escapar”, como assim disse minha querida vovó Marcelina ao me ver pela primeira vez através do vidro da maternidade, ela disse para minha mãe: “Minha filha ela sorriu para mim, ela vai escapar!” Do outro lado, estava minha mãe incansável, em sua busca por leite materno para que eu sobrevivesse! Minha amada mãe também trabalhava no Materno Infantil, ela ia de leito em leito, nessa jornada muitas mães se sensibilizaram foi onde surgiu o Banco de Leite do Materno Infantil. Graças a muitas mães hoje estou aqui para contar essa história. Esse poema também falo sobre resiliência e sobre como cada pessoa pode carregar em si a marca da vitória mesmo diante de situações de fragilidade. ➡️ Na Psicologia Sistêmica, aprendi a importância de reconhecer as origens e as gerações anteriores, esse é um passo essencial para compreender nossa identidade e construir novos significados. A força que vem das gerações Ao citar minha mãe Lenise e minha vozinha Marcelina, o poema honra a fé e a coragem transmitidas de geração em geração.Não herdamos apenas dores, mas também recursos emocionais e espirituais que nos sustentam em momentos difíceis. O que você aprendeu com a sua família? Qual legado sua família deixou, que hoje você transmite para as outras pessoas? Esse legado que transmito para meus filhos e clientes, significa que você pode encontrar em sua história de vida e das famílias os recursos para a saúde emocional nos relacionamentos. Esse movimento de reconhecer o legado é fundamental para que possamos seguir mais fortalecidos e em paz. Nomear as sombras e transformar a dor O convite do poema é claro: “Nomeie cada sombra de sua existência.” Cada dificuldade transforme em fala. Esse é um processo essencial em aprender a falar o que você sente, sem o medo de ser criticado. Esse lugar seguro onde consiga ser você mesmo, sem ter o receio do que os outros vão falar, existe! Esse lugar seguro, eu posso dizer que encontrei primeiro na psicoterapia e depois ampliei a medida que fui me fortalecendo e me sentindo livre quanto ao julgamento de terceiros. Na visão sistêmica, quando damos nome ao que dói, falamos sobre todos os sentimentos sejam eles positivos ou negativos, sobre como aprendemos a lidar com a raiva, o ódio, a solidão, a tristeza, a alegria, a angústia, a ansiedade, sobre as feridas da alma como o abandono, a rejeição, a traição, a injustiça, etc… Assim rompemos com o silêncio que aprisiona e abrimos espaço para ampliar a consciência, no autoconhecimento e em direção à transformação. ⚠️ A dor deixa de ser fardo para se tornar sabedoria, fortaleza e paz. A dor, o seu passado, o que as pessoas dizem sobre você não definem quem você é. Aprenda a se definir, e não ir pelos outros! Essa foi a melhor sabedoria que a psicoterapia me trouxe de resultado pessoal. Se permitir viver com leveza O fechamento do poema é um chamado para que você, leitor, se permita ser feliz, ser você mesmo nas relações e consiga viver a vida com leveza. A leveza não é ausência de problemas, não é ausência de conflitos, mas é a capacidade de olhar para as suas próprias dificuldades internas com coragem, sem perder o brilho da esperança. Sem negar suas dificuldades, mas aprendendo a se aceitar, se amar e ter a coragem de mudar aquilo que parece impossível, mas com novos comportamentos e ações que trarão o resgate do amor-próprio. Um convite para você Este poema é mais do que palavras — é um ritual narrativo de cura. Quero que leia, sinta, acredite em você, e perceba que, mesmo do improvável, é possível nascer a vida, a fé e a força que nos movem. 👉 Se você está vivendo um momento de dor, solidão ou incertezas, lembre-se: a vida pode ser ressignificada. Com apoio psicológico e fé, é possível transformar a dor em aprendizado e construir relações mais saudáveis consigo e com quem você





